<mods xmlns:doc="http://www.lyncode.com/xoai" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/">
  <titleInfo>
    <title>Arquitectura y Experiencia. Museu de Serralves y Casa da Música. Siza, Koolhaas, y los otros</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>Ana Luísa de Sá</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">Author</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <name type="personal">
    <namePart>Professor Doctor José Miguel Rodrigues (CEAU-FAUP) y Professor Emeritus Juhani Pallasmaa</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">Thesis advisor</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <name type="corporate">
    <namePart>Universidade do Porto - Faculdade de Arquitectura</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">Degree granting institution</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource>text</typeOfResource>
  <originInfo>
    <dateIssued encoding="w3cdtf" keyDate="yes">18/10/2023</dateIssued>
  </originInfo>
  <abstract lang="spa" displayLabel="Abstract">La tesis que aquí se presenta se basa en una comprensión particular de la arquitectura: cosa mentale, un ejercicio profundamente intelectual y de exteriorización del pensamiento que es, como todo el arte (arte, por lo tanto, en el que se incluye aquí la arquitectura). Además, la arquitectura no deja de ser menos resultante de y conducente a experiencia (y a nuevo pensamiento). Eugène Delacroix llegó a sugerir que, “materialmente hablando, la pintura no es más que un puente tendido entre la mente del autor y la del espectador.” Porque así como en la pintura también en la arquitectura, esta tesis presta especial atención al puente, el objeto arquitectónico en sí mismo, con el fin de indagar mejor las experiencias en sus márgenes. Circunscribiendo las fronteras de la tesis, pidiendo palabras sobre Siza tomadas de William J. R. Curtis e insertando en ellas al segundo autor al que esta tesis atenta: “Como ocurre con cualquier arquitecto de interés, de nada sirve encasillar la obra de Siza [y de Koolhaas] con criterios históricos o críticos. Es mejor mirar con detenimiento los proprios edificios, considerar los problemas a los que se enfrentan, las intenciones y las ideas que hay tras ellos, y el lenguaje formal y los materiales que para perseguir sus objectivos se utilizan.” Se propone una mirada deliberada al Museu de Serralves de Siza y a la Casa da Música de Koolhaas en tres capítulos: Percepciones, Intenciones, Apropiaciones. Percepciones escudriña la historia pública del Museu y de la Casa desde el momento en que las ideas se lanzaron al público hasta su inauguración, pasando por una panoplia de expectativas, fuerzas externas y aventuras, afloramientos públicos de momentos complejos de sus proyectos. Intenciones escruta el Museu y la Casa a través de los proyectos arquitectónicos en sus artefactos, programas, dibujos, cartas, notas, bocetos, con el fin de mirar con detenimiento el pensamiento de sus autores. Apropiaciones convoca a otros actores a través de intercambios epistolares de la autora de la tesis con Vicente Todolí y Suzanne Cotter (Museu), Markus Heidingsfelder y Heiner Goebbels (Casa), y produciendo ensayos sobre Wolfgang Tillmans (Museu) y Alexandre Delmar (Casa), para iluminar sus relaciones especiales con el pensamiento de Siza y de Koolhaas. Por lo tanto, la tesis que aquí se presenta compone un estudio comparatista entre Siza y Koolhaas a través del Museu y de la Casa, profundizando en los entresijos de la arquitectura y (su) experiencia, desde el pensamiento de los autores hasta el de los otros que emerge de la obra de los primeros, para comprender qué de esta elusiva, invisible e inefable, de esta longitudinal y multifacética cosa que es la experiencia de la arquitectura se puede, a través de ellos, ver y decir (y especular).</abstract>
  <abstract lang="eng" displayLabel="Abstract">The thesis hereby presented stems from a particular understanding of architecture: cosa mentale, a deeply intellectual exercise and externalization of thought, like any art (art, therefore, in which architecture is here included). Furthermore, architecture is no less resulting from and conducive to an experience (and to new thought). Eugène Delacroix went as far as to suggest, “materially speaking, painting is nothing but a bridge spanned between the mind of the artist and that of the beholder.” Because as in painting so in architecture, this thesis pays particular attention to the bridge, the architectural object itself, to better grasp the experiences at the margins. Circumscribing the boundaries of this thesis, borrowing William J. R. Curtis’s words about Siza and weaving into them the second author attended in this thesis: “As with any architect of interest, it serves little purpose to slot Siza’s [and Koolhaas’s] work into historical or critical pigeonholes. It is better to look closely at the buildings themselves, to consider the problems they address, the intentions and ideas behind them, and the formal language and materials which they use to pursue their aims.” Hence, a deliberate gaze is directed at Museu de Serralves by Siza and the Casa da Música by Koolhaas in three chapters: Perceptions, Intentions, Appropriations. Perceptions examines the public stories of the Museu and Casa from the moment early ideas were revealed to their grand openings, through a host of expectations, external forces and adventures, public saliences of complex moments in these projects. Intentions explores the Museu and Casa through the architectural projects in their artefacts, programs, drawings, letters, notes, sketches, to minutely gaze upon their authors’ thoughts. Appropriations summons other actors through letter exchanges between the thesis’s author and Vicente Todolí and Suzanne Cotter (Museu), Markus Heidingsfelder and Heiner Goebbels (Casa), and essays on Wolfgang Tillmans (Museu) and Alexandre Delmar (Casa), to illuminate their special rapports with the minds of Siza and Koolhaas. This thesis is, thus, a comparatist study between Siza and Koolhaas, through the Museu and the Casa, expanding granularly on the intricacies of architecture and (its) experience, stretching from the authors’ thoughts to that of others, the latter of which emerge from the work of the first, to grasp what of this elusive, invisible and ineffable, longitudinal and multifaceted experience of architecture, can one, through them, see and say (and speculate).</abstract>
  <abstract lang="por" displayLabel="Abstract">A tese que aqui se apresenta parte de um entendimento particular da arquitectura: cosa mentale, um exercício profundamente intelectual e exteriorização do pensamento que é, como qualquer arte (arte, portanto, na qual se inclui aqui a arquitectura). Ademais, a arquitectura não é por isso menos resultante de e conducente a experiência (e a novo pensamento). Eugène Delacroix sugeriu mesmo que, “materialmente falando, a pintura não é mais que uma ponte estendida entre a mente do autor e a do fruidor.” Porque assim como na pintura também na arquitectura, esta tese atenta com particular intensidade na ponte, o objecto arquitectural em si mesmo, para com isso melhor indagar as experiências nas suas margens. Circunscrevendo as fronteiras desta tese, pedindo palavras emprestadas a William J. R. Curtis sobre Siza e inserindo nelas o segundo autor a que atenta esta tese: “Tal como com qualquer arquitecto de interesse, de pouco serve encaixar a obra de Siza [e de Koolhaas] em escaninhos históricos ou críticos. É melhor olhar atentamente para os próprios edifícios, considerar os problemas que eles abordam, as intenções e ideias por detrás deles, e a linguagem formal e os materiais que eles usam para seguir os seus intuitos.” Propõe-se um olhar deliberado sobre o Museu de Serralves de Siza e a Casa da Música de Koolhaas em três capítulos: Percepções, Intenções, Apropriações. Percepções esquadrinha a história pública do Museu e da Casa desde que as ideias foram lançada em público até às suas inaugurações, passando por uma panóplia de expectativas, forças externas e peripécias, afloramentos públicos de momentos complexos dos seus projectos. Intenções prescruta o Museu e a Casa através dos projectos de arquitectura nos seus artefactos, programas, desenhos, cartas, notas, esquissos, para com isso olhar atentamente o pensamentos dos seus autores. Apropriações convoca outros actores em trocas epistolares da autora da tese com Vicente Todolí e Suzanne Cotter (Museu) e Markus Heidingsfelder e Heiner Goebbels (Casa), e ensaios sobre Wolfgang Tillmans (Museu) e Alexandre Delmar (Casa) para iluminar especiais as suas especiais relações com o pensamento de Siza e de Koolhaas. Esta tese compõe, portanto, um estudo comparatista entre Álvaro Siza e Rem Koolhaas realizado através do Museu e da Casa, para expandir granularmente sobre os meandros da arquitectura e da (sua) experiência, desde o pensamento dos autores àquele dos outros que emerge perante a obra dos primeiros, e para com isso compreender o que desta elusiva, invisível e indizível, desta longitudinal e multi-facetada coisa que é a experiência da arquitectura, se pode, através destes, ver e dizer (e especular).</abstract>
  <subject>
    <topic>Arquitectura</topic>
  </subject>
  <location>
    <url>https://hdl.handle.net/10216/156080</url>
  </location>
  <location>
    <url>https://fundacion.arquia.com/pt-pt/convocatorias/tesis/p/TesisUsuario/FichaTesis?idparticipacion=958</url>
  </location>
</mods>