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Inquérito Arquia 2014. Novas tendências: especialização e diversificação

inquéritos
26 mayo 2015

O Inquérito Arquia 2014 realizado pela Fundação Arquia, revela uma tendência incipiente entre os profissionais e os alunos de arquitetura para a especialização, diversificação e recuperação de atividades, ampliando os seus ateliers ou colaborando com outros profissionais. Esta é uma das principais conclusões do estudo nacional que a Fundação realiza periodicamente a arquitetos desde o ano de 2003 e a alunos de arquitetura desde o ano de 1998.

Mais de 4.300 participantes contribuíram para criar esta nova tabela do estado da profissão, marcada pelos efeitos da crise económica. Cerca de 99% dos inquiridos destaca o impacto negativo da conjuntura económica, colocando os olhos no futuro, nas possibilidades apresentadas pela reabilitação e na reorientação da sua carreira para explorar novas oportunidades.

A grande maioria dos alunos destaca os problemas potenciais no acesso ao mercado de trabalho, mas apresentam soluções como a especialização através de estudos de pós-graduação complementares em outras áreas ou a procura de trabalho no estrangeiro. Neste sentido, cerca de 37% pensa em trabalhar fora do território nacional, como uma alternativa satisfatória para exercer a profissão.

Sobre a formação que recebem, a maioria opina que a qualidade do ensino da arquitetura em Espanha é média-alta, como referências possuem figuras como Siza, Foster, Herzog & de Meuron, Campo Baeza ou Moneo e pretendem viajar maioritariamente para os Estados Unidos ou Japão pelo seu elevado interesse arquitetónico.

Entre os coletivos de arquitetos observam-se diferenças importantes em função da idade. Assim, por exemplo, quase todos os maiores de 35 anos estão associados, sendo que dois terços destes exercem enquanto profissionais liberais. Abaixo dessa idade, metade não se encontra associada e apenas um em cada três exerce como profissional liberal.

Existe consenso entre os inquiridos ao defender a profissão, delimitando competências e fomentando o seu papel na sociedade, afirmando a qualidade como referência do seu saber-fazer profissional e impulsionando a reabilitação de habitações e de outros edifícios. No que diz respeito às grandes tendências que afetam a profissão, estas coincidem no que diz respeito à necessidade de se formarem equipas multidisciplinares, dando mais importância ao seu papel como profissional com um perfil polivalente.