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Becas y convocatorias
Black Mountain College (BMC) was an educational project undertaken in a remote natural environment, a liberal arts center which operated for 24 years, from 1933 to 1957, in Black Mountain (North Carolina). It consisted of an art-centered community in which teaching, studying, living and working intertwined in a learning process where experience and experimentation became paramount in the different fields addressed. As a gathering place for some of the most progressive educators of the time, people from different disciplines who shared multiple interests, the Black Mountain College provided its students with a holistic education intended to prepare them for life. Throughout its existence, a significant number of relevant figures of the North American culture and art scene visited the school and contributed their knowledge to the work of its faculty. All of them played a major role in creating the College´s identity, which eventually resulted in the BMC mythology. Due to the institution’s lack of formal academic programs and complete freedom to explore, their members pushed disciplinary boundaries and put forward the most innovative contents and teaching methodologies. In this context, architecture emerged in the interstice of so a unique collaborative experience and found naturally its place by connecting all kinds of interdisciplinary proposals and germane projects.
This research delves into the education in architecture at the Black Mountain College to underscore the legacy of a group of creators whose applied programs fusing theory and practical approaches to architecture contributed to the very building of the campus facilities. European masters who had taught at the Bauhaus, like Anni and Josef Albers, Walter Gropius and Marcel Breuer, as well as North Americans figures such as Lawrence Kocher and Buckminster Fuller, among others, championed architecture in a teaching and learning environment that did not offer any official degree. Yet, at the Black Mountain College, architecture was introduced as an interactive and all-inclusive practice that stood up for modernist ideals and social engagement. There, it was trained as an emancipatory and supporting activity which encouraged cooperation and work methodologies. Likewise, this dissertation explores the history of BMC through various multidisciplinary and collective projects that reveal architecture’s capacity to build, not only in space but also in time, through the intensity and performative nature of the so-called event.
En un entorno remoto y natural se desarrolló el proyecto educativo del Black Mountain College. Un centro universitario basado en la enseñanza en artes liberales que estuvo operativo durante 24 años, desde 1933 hasta 1957, en Black Mountain (Carolina del Norte). Allí se combinó la docencia, el estudio y el trabajo con la vida en comunidad y donde la experimentación desde las distintas áreas de conocimiento que conformaban su programa docente era esencial en el proceso formativo. Un lugar de confluencia de los educadores más progresistas de ese tiempo y de diversas disciplinas e intereses que ofrecía una educación integral que preparaba para todos los aspectos de la vida y donde la piedra angular era la experiencia artística. A lo largo de su existencia, un gran número de figuras, que en ese momento y posteriormente serían fundamentales en el panorama cultural y artístico norteamericano, se acercaron a este College para compartir sus conocimientos y experiencias y pasaron a formar parte de la historia de este, colaborando en la generación de un mito alrededor de la institución. Todas ellas fueron decisivas en la configuración de la identidad de este centro educativo que carecía de exigencias formales o académicas y en donde, gracias a esa libertad, tanto a la hora de proponer contenidos como metodologías docentes, pudieron explorar los límites disciplinares. En este contexto, la arquitectura encontró su lugar a través de los profesores que impartieron docencia y de propuestas y acciones colaborativas de diversa naturaleza.
Este trabajo de investigación ahonda en la enseñanza y el aprendizaje de la arquitectura en esta institución, recuperando los arquitectos y los profesionales relacionados con la disciplina, que construyeron un programa docente donde se combinaban conocimientos teóricos con la experiencia práctica, que permitió ejecutar parte de los edificios de su propio campus universitario. Maestros europeos, procedentes de la Bauhaus, como Anni y Josef Albers, Walter Gropius y Marcel Breuer, o norteamericanos como Lawrence Kocher y Buckminster Fuller, por citar algunos, apostaron por la arquitectura en esta comunidad educativa, que no ofrecía el título oficial. En el Black Mountain College, la arquitectura se presenta como una acción participativa e inclusiva que apuesta por la modernidad y la responsabilidad social. Los planteamientos docentes del College posicionan la arquitectura como actividad emancipadora y vertebradora del centro que adoptaba métodos cooperativos. Asimismo, se explora la historia del College relatada a través de las acciones multidisciplinares colectivas de diversa naturaleza llevadas a cabo, donde se realiza una lectura que muestra la capacidad de la arquitectura de construir, no sólo en el espacio, sino también en el tiempo, a través de situaciones de naturaleza performativa que trascienden el hecho constructivo, que denominamos ‘acontecimientos’.
Em um ambiente remoto e natural, o projeto educacional do Black Mountain College foi desenvolvido. Um centro universitário baseado na educação em artes liberais que esteve operacional por 24 anos, de 1933 a 1957, em Black Mountain (Carolina do Norte). Lá ele combinou ensino, estudo e trabalho com a vida comunitária e onde a experimentação das diferentes áreas de conhecimento que compunham seu programa de ensino era essencial no processo de formação. Um lugar de confluência de diversas disciplinas e interesses que oferecia uma educação integral que se preparava para todos os aspectos da vida e onde o eixo vertebrador era a experiência artística. Ao longo de sua existência, um grande número de figuras, que naquela época e mais tarde seriam fundamentais na cena cultural e artística americana, abordou este Colégio para compartilhar seus conhecimentos e experiências e se tornaram parte da história deste, colaborando na geração de um mito em torno da instituição. Todos eles foram decisivos na formação da identidade deste centro educacional que carecia de exigências formais ou acadêmicas e onde, graças a essa liberdade, tanto na proposição de conteúdos quanto nas metodologias de ensino, puderam explorar os limites disciplinares. Neste contexto, a arquitetura encontrou o seu lugar através dos professores que ensinaram e propostas e ações de vários tipos.
Este trabalho de pesquisa aprofunda-se no ensino e aprendizagem da arquitetura nesta instituição, resgatando os arquitetos e profissionais ligados à disciplina, que construíram um programa de ensino onde o conhecimento teórico foi aliado à experiência prática, o que permitiu executar parte do trabalho. Edifícios em seu próprio campus universitário. Mestres europeus, vindos da Bauhaus, como Anni y Josef Albers, Walter Gropius o Marcel Breuer, o norteamericanos como Lawrence Kocher o Buckminster Fuller, para citar alguns, eles apostam na arquitetura dessa comunidade educacional, que não ofereceu o título oficial. No Black Mountain College, a arquitetura é apresentada como uma ação participativa e inclusiva que enfoca a modernidade e a responsabilidade social. As abordagens de ensino do Colégio posicionam a arquitetura como a espinha dorsal do centro que adotou métodos colaborativos. Da mesma forma, a história do Colégio é explorada através das ações coletivas multidisciplinares de natureza diversa realizadas, onde é feita uma leitura que mostra a capacidade de construção da arquitetura, não só no espaço, mas também no tempo, através de situações de natureza performativa que transcendem o fato construtivo que chamamos de 'acontecimientos'.